domingo, 17 de abril de 2011

Aqui. Ontem. Lá! Hoje, vá!

Carta ao Sr. Capitalismo.
Na minha vida...
Mal você chegou e já vem tirar-me sastifações.
Me subestimando de forma maldosa
Quer sentar na janela, pegue outras conduções
Que em lugares cheios não tenho tempo de ser amistosa
Só faz plantar em corações sensatos, indignação.
Esse mal que você implantou
Mal vou me abalar quando você se for
Da sua colheita não quero sequer um grão.
E mesmo assim insite em dizer que está certo
Certamente, sua prepotência te cegou
Será que não vê o quão incerto é sua estabilidade ?
O que você chama de balela, repete-se cada vez mais
E sua cara de preucupação me provoca risadas
Deve ser porque a sua utopia, pra mim é realidade.
E antes que se vá, ficará pra perceber o quanto não te quero
minha repulsa à você é tanta que já não procuro rimas
Não se engane, te provei e se ainda te engulo
É porque meus planos são estratégicos.
Quando você menos esperar, estaremos descendo pra cima.


Yasmim Santiago

Um comentário:

  1. Todas as redundâncias, os paradoxos, e aparentemente, erros. São propositais! (:

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